Entre o Crasso e o Poético - Victoria Morto no Texas Bar

Texto: Íris Disruptiva - Imagens: João Abel Oliveira

Apresentam-se como “os operários de Victoria”. E o que é uma banda ou um artista, senão um indivíduo ou coletivo ao serviço de uma ideia?

A Victoria tem um corpo físico, que vagueia pelo espaço e nunca sobe a palco. Os seus operários, em cima de palco, servem-se de uma linguagem ora crassa, ora poética, para nos falarem dos fragmentos que constituem as várias partes do todo.

Não se preocupam em justificar as suas escolhas… e eu admiro-os por isso, pois tal como já dizia Álvaro Campos: não dar desculpas é melhor do que ter razão.

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